13/02/2020 às 10:30, Atualizado em 13/02/2020 às 10:37

Batayporã irá realizar no próximo sábado mais um “Dia D” de Vacinação contra o Sarampo

Campanha de vacinação contra o sarampo agora foca em crianças e jovens

Cb image default
Foto: Aline Leão/Assessoria PMB

A Secretaria Municipal de Saúde de Batayporã agendou para esse sábado (15) o “Dia D” de vacinação contra Sarampo no município. O público-alvo são crianças de cinco anos e jovens 19 anos que não receberam as duas doses.

Em Batayporã, as salas de vacinas, que ficam situadas nas unidades de Estratégias Saúde da Família (ESF’s) “Santa Luzia” e “Santo Antônio”, irão funcionar em horário especial, das 7h às 16h. A ação tem como objetivo reforçar a importância da vacinação ao público-alvo.

Segundo a Secretária de Saúde, Marcela Leite, nessa fase da campanha é importante que crianças e jovens de 5 a 19 anos que não receberam as duas doses da tríplice viral tomem a vacina contra o vírus.

“A chamada dose zero, aplicada em bebês de 6 meses a menos de 1 ano em momentos de surto, não entra nessa conta. Ou seja, os pequenos que a receberam seguem precisando tomar mais duas injeções, a partir dos 12 meses de vida”, explica a Gestora.

Cb image default
ESF's Santo Antônio e Santa Luzia irão funcionar em horário especial. Foto Marcos Donzeli/Assessoria PMB

A Secretária lembra as pessoas que forem receber a imunização para não esquecerem de apresentar a carteira de vacinação e Cartão do SUS.

A campanha segue até o dia 13 de março. O Setor de Vacinação orienta a população que integra a faixa etária especificada a procurar as unidades de saúde que contam com Sala de Vacina, de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. 

Dados - De acordo com a Agência Saúde, para conter o sarampo, é necessário atingir uma taxa de vacinação de 95% no Brasil. No momento, Acre (91,4%), Amapá (94,9%), Bahia (88,9%), Distrito Federal (93,7%), Maranhão (90%), Pará (77,6%), Piauí (91,9%), Roraima (87,9%) e São Paulo (93,9%) estão aquém do desejado. Só que mesmo nos estados com cobertura aceitável, há ainda pessoas desprotegidas – e que precisam comparecer nas unidades de saúde.