07/12/2021 às 22:42, Atualizado em 07/12/2021 às 22:54

16 Dias de Ativismo: ações mobilizam homens e mulheres em Batayporã

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Comissão levou campanha à Câmara Municipal e ressaltou necessidade de engajamento dos homens. Foto: Jeferson Souza.

A campanha mundial de enfrentamento à violência contra a mulher, 16 Dias de Ativismo, tem contado com ações de conscientização em Batayporã promovidas pela Secretaria Municipal de Assistência Social. Segundo a responsável pela pasta, Maynara Wruck, o intuito é envolver todos os públicos para reforçar a mensagem preventiva.

Na última segunda-feira (06), durante sessão ordinária na Câmara Municipal, a servidora responsável pela Coordenadoria Especial da Mulher, Simone França, ressaltou na tribuna a celebração do Dia Nacional da Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, presente no calendário da campanha dos 16 Dias. A advogada membro da Comissão OAB Por Elas, de Nova Andradina, Isabel Silva Rodrigues, também participou da intervenção com informações sobre a Lei Maria da Penha, que criminaliza toda violência doméstica e intrafamiliar.

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Aula de zumba promoveu integração e celebrou a força das mulheres. Foto: Maicon Araújo.

As ativistas ainda distribuíram laços brancos aos homens presentes, um símbolo da mobilização. Presente no ato, a primeira-dama Thayse Melo avaliou a ação. “É preciso incluir os homens nesse debate. A campanha Laço Branco existe para ressaltar essa intenção de educar e conscientizar os homens para uma postura não-violenta”, afirmou.

Já na terça-feira (07), a secretaria promoveu aula de zumba fitness com a instrutora Ilda Almeida, em frente ao Paço Municipal. O intuito da ação foi promover a integração entre as mulheres, fortalecer a autoestima e o vínculo com a rede municipal, além de repassar orientações sobre os processos de violência e a estrutura de acolhimento das vítimas.

Outras mobilizações estão previstas para os próximos dias. “Nossa equipe é muito competente e tem atuado de diversas maneiras, inclusive, com o trabalho que nem sempre vem a público, porque é desenvolvido diretamente com as usuárias e os usuários dos serviços socioassistenciais”, frisou a secretária Maynara Wruck.